Sei que so preciso de voce, e que o resto apenas maqueia essa ausencia que voce deixa, porque quando ta eu e voce, parece que é outro planeta. E me bate um ciumes, uma bobeira... Queria te completar, nao te fazer precisar de mais nada, so nos nesse mundo que eu sonhei. Sem palavras, sem tanta gente chata...
Mas desculpe, te querer so para mim e muito egoismo. Mas fico meio triste, querendo que voce sentisse o mesmo entende?
De qualquer forma cada um tem sua vida, e eu te amo, meu deus, eu te amo tanto que se eu pudesse, se voce quisesse, eu te arrancava de tudo, pra qualquer lugar que so nos abrigasse sabe? Me desculpo novamente por tanta posessividade, e que eu nao sei mais controlar o que sinto. E mesmo que ainda existam outras pessoas, outros apegos, eu nao sou sou mais do que desejos e amor por voce.
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
Eu tenho tanta pressa em escrever, tanta angustia em dizer, que as palavras vao uma atropelando a outra... é saudade, meu deus, uma saudade que me suga, que eu preciso por pra fora, porque me consome, como doi, como destroi, e ao mesmo tempo, como me faz feliz. Preciso novamente da sua voz, dos nossos momentos, dos nossos telefonemas ate o Sol nascer, e da esperanca de que brevemente iremos nos ver.
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
Eu embarquei em um sonho, nao vi como adormeci, so percebi quando acordei com o coracao acelerado ouvindo o piloto avisando a aterrisagem no aeroporto do Rio de Janeiro. Nao sei que caminho eu percorri, mas vi um "vem pro meu mundo" me convidando a tirar totalmente os pes da realidade.
Ainda, sempre ainda, como se fosse um adeus me catisgando, lembro das suas palavras nervosas dizendo que o meu lugar e ao seu lado, afirmando que a gente vai ficar junto, e dizendo que precisava ir sem certeza nenhuma. Eu lembro do seus olhinhos vermelhos, lembro da sua primeira lagrima caindo, e vou chorando tudo de novo. Ainda seguro desesperada sua camisa, e nao consigo solta-la, nao consegui... Nao consigo acordar.
Eu voltei, mas nao foi nessa cama que eu dormi, nao foi nesse sonho que eu entrei.
Ainda, sempre ainda, como se fosse um adeus me catisgando, lembro das suas palavras nervosas dizendo que o meu lugar e ao seu lado, afirmando que a gente vai ficar junto, e dizendo que precisava ir sem certeza nenhuma. Eu lembro do seus olhinhos vermelhos, lembro da sua primeira lagrima caindo, e vou chorando tudo de novo. Ainda seguro desesperada sua camisa, e nao consigo solta-la, nao consegui... Nao consigo acordar.
Eu voltei, mas nao foi nessa cama que eu dormi, nao foi nesse sonho que eu entrei.
domingo, 25 de dezembro de 2011
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Fui abandonada pelos meus sonhos, pela minha esperanca, fui deixada pela lembranca, esquecida pelas memorias, apagada pela saudade, destruida pelo tempo. Sozinha, novamente, sem consegui dormir enquanto esta escuro, com medo do mundo, chorando vazio. So um pouquinho de atencao, de luz, de caminho... Eu to me sentindo tao vazia, fingindo tanto tempo, tanta coisa, e so uma pessoa foi capaz de entender, de gritar comigo, enquanto eu gritava todos meus sentimentos, a pessoa errada, mas alguem. Eu reavalio se meus pensamentos sao tao dramaticos assim enquanto posso escrever e desabafar tudo isso, mas eu nao vejo porque dormir e acordar, so quero dormir pra sempre, sem precisar voltar para esse mundo, sem ter que aguenta todas essas dores, sem tentar fazer com que as pessoas me enxerguem.
Eu esperei tanto por tudo isso, eu sonhei tanto, e quando foi minha vez, eu consegui, eu fiz dar certo, porque eu fiz de tudo, e nada nesse mundo, nada e impossivel. Entao, eu fico aqui sem saber no que acreditar, mas eu derramo amor dentro de mim, o tempo todo. Me disseram para ter amor proprio, eu tenho, mas para me amar mais do que o amo, eu precisaria que isso doesse em mim, e eu nao consigo fazer, e como se tudo fosse suportavel, ate quando eu estou aqui, dislacerada, vazia, so um pedaco de sonho, eu to aqui, querendo um sorriso, mesmo chorando a quase dois dias sem parar, porque eu estou sozinha, sozinha, sozinha....
Eu esperei tanto por tudo isso, eu sonhei tanto, e quando foi minha vez, eu consegui, eu fiz dar certo, porque eu fiz de tudo, e nada nesse mundo, nada e impossivel. Entao, eu fico aqui sem saber no que acreditar, mas eu derramo amor dentro de mim, o tempo todo. Me disseram para ter amor proprio, eu tenho, mas para me amar mais do que o amo, eu precisaria que isso doesse em mim, e eu nao consigo fazer, e como se tudo fosse suportavel, ate quando eu estou aqui, dislacerada, vazia, so um pedaco de sonho, eu to aqui, querendo um sorriso, mesmo chorando a quase dois dias sem parar, porque eu estou sozinha, sozinha, sozinha....
Tenho falado muito, ainda explico todo esse amor, tenho tido paciencia e respeitado os costumes. Estou comecando a ficar cansada, desgastada, sem tolerancia... Mas achem, achem o que quiser, se importem ou nao, tudo que eu fiz, fiz porque quis, nao fiz por ninguem, fiz porque me faria bem, nao me arrependo de nada. Mas eu tambem fiz muito por mim e por outros, fiz porque achei que seria o melhor para o meu coracao que como o de costume, nao me pertence. E agora, eu quero tudo isso de volta, mas nao vem, nunca vem. Horrivel o sentimento de frustracao, de nao ter esperanca, nao facam isso comigo, eu nao mereco.
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Cresci ouvindo o que nao devia, e falando o que uma crianca nao aprenderia. Boca suja, a garota de educacao que orgulhava os pais se perdeu, ate poder me encontrar melhor na adolescencia, eu era uma barreira criada dentro e fora de mim, algo que so foi se quebrar bem longe da minha verdadeira casa, no lugar e tempo exato onde tudo comecou a eclodir em mim.
Nao foi suficiente, o que me fazia bem, comecou a me fazer mal. E se ja nao bastasse meio caminho de desespero, conseguiram romper tudo em mim. Eu estava ali, sozinha, as outras meninas da mesma idade nao conseguiam entender, porque eu tinha crescido mas do que era preciso. Tive que aprender a me defender dentro de casa, logo onde tinha aprendido que "se bater, apanha" para com qualquer colega.
Vendo assim, parece exagero, porque eu ainda nao exito em amar a causa inicial de tudo isto, nem odiar todo aquele tempo e espaco, prefiro pensar que nao era proposital deixar marcas tao grandes em mim. Mas eu cresci, e pareco nao ter mudado nada, so sou o que querem ver. E isso me destroi de uma forma, agora eu tenho certeza, inexplicavel.
Ate que a vida tem sido generosa comigo, o tempo me permitiu enxugar minhas lagrimas e recomecar, conhecer pessoas que estao verdadeiramente do meu lado, sem impasses ou sem magoas. Ou ate quem esta distante e me arrasta novamente para um precipicio conhecido e inevitavel. Mas é deste jeito que eu quero continuar, caminhando novamente para bem longe, me enterrando novamente distante de tudo isto, para definitivamente recomecar.
Nao foi suficiente, o que me fazia bem, comecou a me fazer mal. E se ja nao bastasse meio caminho de desespero, conseguiram romper tudo em mim. Eu estava ali, sozinha, as outras meninas da mesma idade nao conseguiam entender, porque eu tinha crescido mas do que era preciso. Tive que aprender a me defender dentro de casa, logo onde tinha aprendido que "se bater, apanha" para com qualquer colega.
Vendo assim, parece exagero, porque eu ainda nao exito em amar a causa inicial de tudo isto, nem odiar todo aquele tempo e espaco, prefiro pensar que nao era proposital deixar marcas tao grandes em mim. Mas eu cresci, e pareco nao ter mudado nada, so sou o que querem ver. E isso me destroi de uma forma, agora eu tenho certeza, inexplicavel.
Ate que a vida tem sido generosa comigo, o tempo me permitiu enxugar minhas lagrimas e recomecar, conhecer pessoas que estao verdadeiramente do meu lado, sem impasses ou sem magoas. Ou ate quem esta distante e me arrasta novamente para um precipicio conhecido e inevitavel. Mas é deste jeito que eu quero continuar, caminhando novamente para bem longe, me enterrando novamente distante de tudo isto, para definitivamente recomecar.
Involuntariamente eu espero, um oi que seja, assim mesmo, de repente, so para me dizer as noticias, como vai, qualquer besteira mas que venha de voce. So um pouquinho de lembranca, nao vou ocupar muito seu tempo, prometo! Segura minha mao bem rapido so para eu sentir sua pressa no apertar exagerado entre sua mao e a minha. Me da um beijo mesmo que sem graca, forcado, e diz que voce anda sem tempo e muito ocupado, nao tem problema. Volta mais cedo do trabalho para passar mais tempo em casa, so uma noitezinha, juro que nao te incomodarei de madrugada. Ou pode ficar calado se preferir, mas fica aqui, do meu lado... Por favor.
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Era como se fosse o ultimo beijo, de uma forma que minha boca nao conseguia se afastar muito da sua, parecia que os seus labios conseguiam decifrar todo meu desejo. Lentamente, enquanto sua boca se desfazia um pouco da minha, sua voz se arrastava irradiando minhas vontades, completamente viciante e insaciavel. Eu sabia que nao precisava de mais nada, ali tao confortavel nos seus bracos, completamente segura, meu mundo so precisa disso. Sua presenca, sua certeza, seu amor, e que o resto apenas navegue entre nos.
Como sempre, cada um com sua versao da historia, um ponto de vista e as vezes algumas coincidencias. Um romance, alguns crimes, algumas suspeitas e dois indiciados. Cada um da o seu relato. O delegado calmamente ouve como se ja soubesse o fim da historia. Ainda assim, o casal se agita pois cada fato e ainda mais verdadeiro que o outro. Depois de muito falarem e mal se olharem, o delegado da por encerrado o caso e pede que os dois se retirem. A mulher questiona indagavelmente o absurdo de se encerrar um caso assim, sem ao menos uma resolucao propriamente dita, enquanto o homem ja se levanta insatisfeito porem muito cansado. O delegado apenas balanca a cabeca, e novamente pede que se retirem, sem atuar nenhum boletim ou realizar qualquer queixa. Os dois saem, ele um pouco na frente, e ela mais devagar esperando que o delegado ainda voltasse atras da sua decisao.
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Devagar, como se escorrese querendo transparecer essa saudade que se arrasta dentro de mim e sai lavando todo o meu rosto. Abrindo os olhos lentamente, como se nao tivesse coragem de enxergar qualquer coisa que fosse, sozinha. Sem querer, sorrio, ouvindo meu coracao disparar, segurando meu corpo que se contorce procurando reecontrar o seu. Percebo toda agonia a qual eu quis me por, em busca da minha estadia, e agora nao mais passageira, ao seu lado. Me encolhia, querendo encolher toda essa dor, e aos poucos ia soltando o lencol, minha mao ia deslizando na cama, procurando o que de fato ja sabia que nao estaria la. Devagar eu adormecia, imaginando minha mao tocando novamente seu rosto.
sábado, 3 de dezembro de 2011
Escolhi as pessoas que achava certo e acabei descobrindo que tava errado, entao escolhi uma nova vida e larguei outra no passado, escolhi deixar para tras mas as vezes quero voltar para buscar, escolhi seguir em frente e so quero continuar, escolhi o amor e ainda nao me arrependi, escolhi mudar e acho que cresci, escolhi novas pessoas e aos poucos acertei, mudaram comigo mas eu tambem mudei, escolhi as coisas mais simples e quebrei minha cara, escolhi esperar mas ninguem tinha dito que nao ligava, escolhi para mim o que era coisa rara.
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