quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Tenho a memoria curta e seletiva.... Entao nao me pergunte o que fiz, porque o que faço, faço muito a flor da pele. Nao lembro de muitas das coisas que me fizeram morrer de rir, nem de historias que poderiam ser consideradas interessantes, mas lembro de bons momentos ao lado de boas pessoas, o que pra mim parece suficiente. Na verdade, o que me faz feliz, é sempre muito pouco.
Toda vez que estou dançando ou ouvindo musica eu me sinto viva, juro, musica é um alimento pra meu bem estar. Amo dançar, nao o tempo inteiro como pode parecer, mas gosto de aparecer esporadicamente em qualquer festa chata e me animar so com um basico funk carioca. E nao me importo com o que estao dizendo, alguns vao ate achar vulgar, e outros vao apreciar, mas quando eu danço, nao quero provocar, nem seduzir, quero mostrar que as coisas ali estao em sintonia comigo.... se ninguem entende assim, paciencia, eu danço é para mim mesma.
Mas ja acordei varios dias com a cabeça girando sem saber em que direçao olhar, ja fiquei exausta da monotonia e quis mudar... Mas na verdade, eu aprendi a gostar de mim assim, estranha. Eu percebi que com meu jeito, eu podia nao atrair as pessoas mais conhecidas, mas eu atraia as que mais combinavam comigo e que isso era realmente o que importava. Aprendi que popularidade é so um marketing para nao parecer sozinho. E que eu vou fazer o que me faz bem, porque eu sou desse jeito mesmo.
Um amigo meu um dia me disse que eu era a garota mais estranha que ele ja havia conhecido mas que nunca deixaria de tentar. Agora ja faz uns fazem tres anos, eu continuei sem dizer sim e ele continua insistindo quando pode... manter a essencia, é realmente essencial!

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